O Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos iniciou as atividades na última quinta-feira (5/11) no com a aprovação dos minerais prioritários para investimentos, parcerias e garantia da soberania do País no setor.
A Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, sancionada em setembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estimula investimentos públicos e privados, avança no beneficiamento, na industrialização e na inovação tecnológica e agrega valor no Brasil. O tema tem relevância estratégica diante da crescente demanda global por recursos minerais indispensáveis para a fabricação de celulares, baterias de veículos elétricos, painéis solares, processadores de computadores, turbinas, radares, foguetes e artefatos de defesa.
O emprego no País também foi tema essa semana. Os dados do Novo Caged mostram que foram gerados 121,3 mil novas vagas de empregos formais no País em setembro. O saldo no ano chega a 1,24 milhão. O desempenho positivo foi observado em quatro dos cinco grandes grupos de atividades econômicas. Nos últimos 12 meses, entre outubro de 2025 e setembro de 2026, o emprego cresceu em 787 mil novas vagas.
O Ministério da Saúde já está com a agenda pronta para a COP 31, a conferência da Organização das Nações Unidas sobre mudanças do clima que começa no próximo dia 9, na Turquia. A pasta vai apresentar na COP 31 o modelo de resposta do SUS às emergências climáticas destacando a atuação dos Centros de Monitoramento, das Bases de Resposta da Força Nacional do SUS e do AdaptaSUS na preparação da rede de saúde para os impactos das mudanças climáticas.
O Brasil defenderá a implementação dos mecanismos de financiamento acordados na COP 30 para apoiar projetos de adaptação dos sistemas de saúde às mudanças climáticas
Fechado a semana, na sexta-feira (6/11), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que determina a aplicação do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) como requisito obrigatório para exercício da profissão no país.
O exame será aplicado em três etapas obrigatórias: ao final do segundo, do quarto e do sexto ano da graduação. A mudança permite identificar dificuldades de aprendizagem durante o curso e dar às instituições tempo para adotar medidas corretivas.
Os cursos que apresentarem desempenho insatisfatório poderão passar por supervisão do Ministério da Educação. Entre as sanções previstas na legislação estão a redução do número de vagas autorizadas e a suspensão de novos processos seletivos.
E neste domingo (8/11) é realizado, em todo o País, o primeiro dia de prova do Enem. Foram mais de 5 milhões de inscrições para o exame deste ano.
Fonte: Agência Gov. Conteúdo republicado de fonte oficial.
