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Vídeo mostra funcionário misturando produtos em academia onde professora passou mal em piscina

Imagens de uma câmera de monitoramento da C4 Gym, na zona leste de São Paulo, flagraram um funcionário manipulando e misturando produtos químicos pouco antes de alunos passarem mal durante uma aula de natação no último sábado (7). A professora Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, chegou a ser socorrida, mas morreu após dar entrada em um hospital.

Segundo a Polícia Civil, o funcionário que aparece nas imagens ainda não identificado deve se apresentar à delegacia nesta terça-feira. A academia informou, em nota, que lamenta o ocorrido e afirma ter prestado apoio às vítimas.

Imagens e cronologia

As gravações mostram o homem em uma área anexa à academia com um balde aparentemente vazio. Em seguida, ele se desloca para um ponto fora do alcance das câmeras e retorna mexendo o recipiente, do qual sai uma fumaça branca. O horário marcado nas imagens é 13h24. Minutos depois, por volta de 13h37, outras câmeras internas registram alunos deixando a piscina durante a aula, alguns com sinais de fraqueza e sendo ajudados por colegas.

Testemunhas relataram forte cheiro químico na água, seguido de ardência nos olhos, náuseas e episódios de vômito. Ao todo, pelo menos cinco pessoas tiveram mal-estar. O marido de Juliana, Vinicius de Oliveira, de 31 anos, que também participava da aula, permanece internado em estado grave.

Investigação e interdição

O caso foi registrado como morte suspeita e perigo para a vida ou a saúde de terceiros. A investigação está a cargo do 42º DP (Parque São Lucas), após registro inicial no 6º DP (Santo André). A principal linha apura se houve erro na dosagem ou uso de substâncias irregulares no tratamento da piscina, o que poderia ter provocado reação química com liberação de gases tóxicos.

A Polícia Civil apreendeu produtos utilizados na manutenção da piscina, que passarão por perícia. Após o episódio, a unidade da C4 Gym no Parque São Lucas foi interditada pela Subprefeitura de Vila Prudente por “situação precária de segurança”, ausência de Auto de Licença de Funcionamento e irregularidades relacionadas aos CNPJs vinculados à atividade no endereço.

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O que ainda falta explicar sobre o caos no pré-carnaval da Consolação

Análise

O tumulto registrado no pré-carnaval da Rua da Consolação, no sábado (8), expôs falhas que ainda não foram devidamente explicadas pelo poder público, pelas forças de segurança e pelos organizadores dos eventos. A superlotação ocorreu com a realização, em horários muito próximos, de dois megablocos de enorme apelo popular: o Acadêmicos do Baixo Augusta e o bloco patrocinado pela Skol, que teve como principal atração o DJ Calvin Harris.

Apesar de Prefeitura e Polícia Militar afirmarem que a situação foi “normalizada” e que não houve ocorrências graves, permanecem lacunas importantes sobre planejamento, segurança e atendimento aos foliões.

Autorização simultânea de megablocos

Uma das principais questões ainda sem resposta é por que foi autorizada a realização de dois megablocos na mesma via, no mesmo dia, com intervalos tão curtos. O Acadêmicos do Baixo Augusta, um dos blocos mais tradicionais do pré-carnaval paulistano, previa público na casa de 1,5 milhão de pessoas. Já o bloco da Skol, organizado pela Ambev, tinha potencial para atrair dezenas ou centenas de milhares de foliões.

Até agora, não foi apresentado nenhum esclarecimento técnico sobre quais critérios embasaram essa decisão nem se houve falha na avaliação de risco.

Falta de dados sobre segurança

Outro ponto crítico é a ausência de informações objetivas sobre o efetivo de segurança. Não foram divulgados números de policiais, seguranças privados ou bombeiros civis destacados para o evento, tampouco detalhes sobre como se deu a integração entre os órgãos públicos e as equipes contratadas.

A Polícia Militar afirma que não houve feridos graves, mas não informa quantas pessoas passaram mal, foram atendidas no local ou precisaram de encaminhamento médico.

Estrutura de atendimento e rotas de escape

A Prefeitura informou que postos médicos estavam em funcionamento e que um plano de contingência foi acionado por volta das 14h55, com abertura de ruas transversais e bloqueio da entrada de novos foliões. Ainda assim, não foram esclarecidos pontos essenciais, como:

  • o dimensionamento da estrutura de saúde;
  • a capacidade real de atendimento simultâneo;
  • se as rotas de escape foram planejadas considerando a sobreposição dos blocos.

Registros feitos por foliões mostram momentos de correria e dificuldade de circulação, o que reforça dúvidas sobre o planejamento prévio.

Público real segue desconhecido

Embora o discurso oficial fale em “público recorde”, nenhuma estimativa concreta foi divulgada até agora, nem pela Polícia Militar nem pelos organizadores. A organização do bloco da Skol informou apenas que os dados seriam posteriormente encaminhados à Prefeitura.

Próximos fins de semana

Também não há indicação clara se a administração municipal vai rever a agenda de blocos para os próximos fins de semana carnaval oficial e pós-carnaval para evitar novos episódios de superlotação.

O prefeito Ricardo Nunes limitou-se a afirmar, em redes sociais, que houve um “volume absurdo de pessoas” e que o plano de contingência foi acionado, sem anunciar mudanças ou medidas adicionais.

O que segue em aberto

Enquanto isso, permanecem sem resposta perguntas centrais:

  • Houve erro de planejamento?
  • A estrutura de segurança foi subdimensionada?
  • Quantas pessoas precisaram de atendimento médico?
  • Por que a sobreposição de megablocos foi autorizada?

Sem essas respostas, o episódio da Consolação permanece como um alerta sobre os limites da organização de eventos de massa em São Paulo e sobre a necessidade de mais transparência quando a festa sai do controle.

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