Autor: Vinicius Mororó
Estado de São Paulo tem mais de 14 mil vagas de emprego abertas nesta semana
Postos de Atendimento ao Trabalhador concentram oportunidades em diversas regiões; auxiliar de logística lidera oferta
Os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) do Governo de São Paulo disponibilizam 14.508 vagas de emprego nesta semana em diferentes regiões do estado. As oportunidades foram divulgadas nesta segunda-feira (16) pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
As unidades do PAT mais de 200 espalhadas pelo estado realizam a intermediação entre empresas e trabalhadores que buscam recolocação no mercado.
Entre as funções com maior número de vagas, o destaque é para auxiliar de logística, com 2.399 oportunidades disponíveis.
Profissões com mais vagas abertas
As dez ocupações com maior número de postos disponíveis são:
- Auxiliar de logística: 2.399 vagas
- Alimentador de linha de produção: 1.929 vagas
- Faxineiro: 913 vagas
- Operador de telemarketing receptivo: 552 vagas
- Atendente de lojas e mercados: 415 vagas
- Operador de telemarketing ativo e receptivo: 354 vagas
- Repositor de mercadorias: 326 vagas
- Operador de caixa: 274 vagas
- Pedreiro: 263 vagas
- Auxiliar nos serviços de alimentação: 260 vagas
Cidades com maior oferta de vagas
Entre os postos do estado, algumas unidades concentram maior número de oportunidades disponíveis. Os PATs com mais vagas são:
- Itapevi: 1.325 vagas
- Barueri: 1.292 vagas
- Santana de Parnaíba: 1.242 vagas
- Valinhos: 1.215 vagas
- Itapecerica da Serra: 649 vagas
- Indaiatuba: 593 vagas
- Franco da Rocha: 528 vagas
- Jundiaí: 427 vagas
- Embu: 373 vagas
- Carapicuíba: 350 vagas
Distribuição por regiões do estado
As vagas também estão distribuídas entre as regiões administrativas de São Paulo. Confira alguns números:
- Capital: 6.988 vagas
- Campinas: 3.789 vagas
- Sorocaba: 1.108 vagas
- São José dos Campos: 636 vagas
- São José do Rio Preto: 568 vagas
- Ribeirão Preto: 282 vagas
- Região Central: 238 vagas
- Marília: 230 vagas
- Araçatuba: 166 vagas
- Santos: 160 vagas
- Bauru: 161 vagas
Plataforma digital de emprego
Além do atendimento presencial nos PATs, os trabalhadores podem buscar oportunidades por meio da plataforma digital Trampolim, que reúne vagas de emprego e cursos de qualificação profissional.
O sistema permite filtrar oportunidades por área e localização e oferece recursos como criação de currículo e testes de habilidades.
Mais informações estão disponíveis na plataforma:
https://www.trampolim.sp.gov.br
Como se candidatar
Para utilizar os serviços dos Postos de Atendimento ao Trabalhador, é necessário comparecer a uma unidade com:
- RG
- CPF
- Carteira de Trabalho
Os endereços das unidades podem ser consultados no portal oficial do governo:
https://www.pats.sp.gov.br
Além da intermediação de vagas, os PATs também oferecem serviços gratuitos, como habilitação ao seguro-desemprego.
HostingPRESS Agência de Notícias de São Paulo
Conteúdo distribuído por nossa Central de Jornalismo
Reprodução autorizada mediante crédito da fonte
Portal criado para conectar os leitores da região ao melhor conteúdo
Somos líderes de audiência local. Somos sociais. Conecte-se conosco.
O cenário das relações internacionais contemporâneas, frequentemente caracterizado por uma oscilação pendular entre a diplomacia multilateral e a assertividade unilateral, testemunhou recentemente um novo e agudo episódio de tensão no eixo geopolítico que conecta Washington a Havana. Donald Trump, em uma manifestação que ecoa os preceitos mais rigorosos do realismo político e da doutrina de segurança nacional norte-americana, proferiu um ultimato categórico direcionado à liderança máxima de Cuba, asseverando que a permanência do atual mandatário no poder tornou-se uma condição insustentável perante os imperativos democráticos do hemisfério ocidental. Esta exortação à vacância do cargo não se apresenta como um fenômeno…
No complexo e intrincado xadrez político que define as movimentações do estamento partidário brasileiro, a recente sinalização de Valdemar Costa Netto, presidente nacional do Partido Liberal, o PL, reverbera como um movimento estratégico de proeminente magnitude. Ao ventilar o nome da senadora e ex-ministra Tereza Cristina para compor uma eventual chapa na condição de vice do senador Flávio Bolsonaro, o cacique político não apenas lança uma baliza para as discussões sucessórias, mas também delineia uma arquitetura de poder que busca amalgamar a força popular do bolsonarismo com a solidez técnica e institucional do agronegócio. Esta proposição surge em um momento…
No âmago das discussões contemporâneas sobre a higidez moral das instituições republicanas brasileiras, a decisão proferida pelo ministro Flavio Dino, do Supremo Tribunal Federal, emerge como um divisor de águas na hermenêutica do regime disciplinar da magistratura. A extinção da aposentadoria compulsória como forma de punição, acompanhada da cessação do pagamento de subsídios a magistrados que tenham incorrido em faltas graves, não representa meramente uma alteração procedimental, mas uma profunda reorientação axiológica do sistema jurídico nacional. Historicamente, a percepção social acerca da aposentadoria compulsória era imbuída de um sentimento de injustiça institucionalizada, visto que o que deveria se consubstanciar como…
ECA digital e a consolidação dos direitos da infância e adolescência no ecossistema cibernético brasileiro
A gênese do ordenamento jurídico pátrio voltado à proteção da menoridade remonta a um período de redemocratização no qual o compromisso com a dignidade da pessoa humana assumiu o epicentro das preocupações estatais, culminando na promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente em 1990. Todavia, a celeridade das transformações tecnológicas e a transposição das interações sociais para o ambiente imaterial das redes exigiram uma reinterpretação profunda e uma atualização normativa que pudesse fazer frente às idiossincrasias da era algorítmica. O advento do chamado ECA Digital não se consubstancia apenas como um conjunto de normas esparsas, mas como uma reafirmação axiológica de que a doutrina da proteção integral deve permear de forma ubíqua tanto o espaço físico quanto o virtual. Esta conquista, de matiz civilizatório, reflete a maturidade de uma sociedade que compreende que o desenvolvimento cognitivo e emocional de seus cidadãos em formação não pode ser negligenciado em nome de uma pretensa neutralidade tecnológica. Ao longo das últimas décadas, observou-se uma migração maciça da infância para as plataformas digitais, onde a fronteira entre o aprendizado e a vulnerabilidade tornou-se perigosamente tênue, exigindo do legislador uma postura incisiva e sofisticada para mitigar riscos que anteriormente eram inexistentes ou de difícil mensuração.
Nesse cenário de hiperconectividade, a atualização do arcabouço legal brasileiro passou a contemplar figuras típicas e situações de risco que emergem do uso indiscriminado da rede mundial de computadores. A recente tipificação do bullying e do cyberbullying como crimes autônomos no Código Penal, mediante a integração com as diretrizes do ECA, representa um marco na luta contra a violência sistêmica que assola o ambiente escolar e digital. A lei agora reconhece que a agressão perpetrada através de meios telemáticos possui um potencial de dano amplificado, dada a perenidade do conteúdo e a escala de disseminação, o que exige sanções proporcionais à gravidade do impacto psíquico causado à vítima. Ademais, a inserção de crimes previstos no estatuto no rol de crimes hediondos, quando envolvem a exploração sexual e a pornografia infantil, demonstra um endurecimento necessário frente a condutas que atentam contra a essência da dignidade infantojuvenil. Esta evolução legislativa não busca meramente o punitivismo, mas a construção de uma cultura de responsabilidade que envolva o Estado, a família e, primordialmente, as empresas de tecnologia que gerenciam esses espaços de convivência virtual.
A teleologia das novas diretrizes do ECA Digital reside na compreensão de que a proteção deve ser preventiva e estrutural. Sob essa ótica, emerge o conceito de “safety by design”, ou segurança por concepção, que impõe às plataformas digitais a obrigação ética e legal de desenvolverem interfaces que, por padrão, resguardem a privacidade e a integridade de crianças e adolescentes. A coleta de dados biométricos, o rastreamento de localização e o uso de algoritmos de recomendação voltados à captura incessante da atenção devem ser objeto de rigorosa fiscalização. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) dialoga harmonicamente com o ECA ao estabelecer que o tratamento de dados de menores deve ser realizado em seu melhor interesse, vedando práticas de exploração comercial que se aproveitam da vulnerabilidade informacional desse público. A proteção digital, portanto, transcende a mera segurança física, alcançando a esfera da autonomia intelectual e da preservação da saúde mental, frequentemente fustigada por padrões estéticos inalcançáveis e dinâmicas de validação social mediadas por curtidas e compartilhamentos.
Outro ponto de inflexão fundamental na consolidação desta conquista é o papel das instituições de ensino e a necessária alfabetização mediática. O ECA Digital projeta uma escola que não apenas fornece acesso às ferramentas tecnológicas, mas que educa para a ética no ciberespaço. O combate ao aliciamento, a prevenção à exposição de conteúdos inapropriados e o fomento a um comportamento empático online tornam-se competências curriculares tão essenciais quanto as disciplinas tradicionais. A responsabilidade é compartilhada; o Poder Público deve prover os meios e a fiscalização, enquanto a sociedade civil deve permanecer vigilante quanto ao cumprimento dessas garantias. O fortalecimento dos Conselhos Tutelares para atuarem no monitoramento de denúncias que ocorrem no meio digital é uma etapa imprescindível para que a lei não se torne letra morta, mas um instrumento dinâmico de intervenção e salvaguarda. A interconectividade global exige que o Brasil dialogue com normas internacionais, como o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia, posicionando-se como um protagonista na defesa dos direitos humanos na rede.
É imperativo reconhecer que o fenômeno da infância digitalizada traz consigo desafios hercúleos, como a exploração do trabalho infantil em plataformas de vídeo e a monetização precoce da imagem através do fenômeno dos influenciadores mirins. O ECA Digital atua como um freio necessário a essa mercantilização da vida privada, estabelecendo limites claros para que o desenvolvimento lúdico não seja substituído por obrigações laborais disfarçadas de entretenimento. A proteção deve ser absoluta, não admitindo retrocessos sob o pretexto de liberdade econômica, uma vez que a prioridade conferida à criança é preceito constitucional inarredável. A construção deste novo paradigma jurídico é um convite à reflexão sobre que tipo de sociedade desejamos edificar: uma que permite que seus jovens sejam moldados por algoritmos opacos ou uma que garante um ambiente digital seguro, educativo e propício ao florescimento de suas potencialidades. A conquista do ECA Digital é, em última análise, a garantia de que o futuro do Brasil, representado por suas crianças, não será subalternizado pela lógica do mercado digital, mas protegido pela égide da justiça e da dignidade humana.
Diante da complexidade dos temas que emergem na contemporaneidade, a informação de qualidade torna-se o principal alicerce para o exercício pleno da cidadania e a compreensão das nuances jurídicas que moldam nosso cotidiano. Convidamos você, leitor atento, a aprofundar seus conhecimentos e acompanhar as discussões mais relevantes sobre tecnologia, direito e sociedade por meio de nossa curadoria jornalística. Aprecie e acompanhe as matérias da HostingPress Agência de Notícias, onde a profundidade técnica encontra o compromisso com a verdade informativa.
**
Marcelo Henrique de Carvalho, editor-chefe
HostingPRESS – Agência de Notícias de São Paulo. Conteúdo distribuído por nossa Central de Jornalismo. Reprodução autorizada mediante crédito da fonte.
Especialista em fisioterapia infantil, Ana Luiza Soares dedica carreira ao desenvolvimento saudável de bebês
Com mais de duas décadas de experiência, fisioterapeuta atua na prevenção e no tratamento de alterações motoras e cranianas nos primeiros meses de vida O primeiro ano de vida de uma criança é considerado por especialistas uma das fases mais decisivas do desenvolvimento humano. É nesse período que o cérebro estabelece milhões de conexões neuronais responsáveis por habilidades motoras, cognitivas e sensoriais que acompanharão o indivíduo ao longo da vida. Foi justamente essa etapa da infância que despertou o interesse da fisioterapeuta Ana Luiza Soares, profissional que há mais de 25 anos atua na área da fisioterapia pediátrica. A escolha…
A tradicional Cãominhada de Barueri será realizada no próximo sábado, 21 de março, no Parque da Juventude. O evento, organizado pela Secretaria de Recursos Naturais e Meio Ambiente (Sema), havia sido inicialmente marcado para o dia 7 de março, mas precisou ser adiado devido às fortes chuvas registradas na cidade. A programação acontece das 8h às 13h, na avenida Antônio Furlan, s/nº, no bairro Chácaras Marco, e convida tutores a participarem de uma caminhada ao lado de seus cães em um momento de lazer, convivência e contato com a natureza. Segundo a prefeitura, o adiamento foi definido para garantir a…
A complexa arquitetura jurídica que sustenta a administração dos bens públicos no Distrito Federal sofreu, recentemente, um revés de proporções significativas, quando o Poder Judiciário interveio em uma das operações financeiras mais ambiciosas articuladas pela atual gestão do Palácio do Buriti. O cerne da questão reside na tentativa de capitalização do Banco de Brasília, instituição que desempenha um papel fulcral no desenvolvimento regional, por meio da transferência de ativos imobiliários pertencentes ao patrimônio comum da unidade federativa. Esta manobra, que visava robustecer o patrimônio líquido da entidade financeira sem a necessidade de dispêndio imediato de recursos líquidos, foi prontamente obstada…
O cenário geopolítico contemporâneo, marcado por uma instabilidade latente e pela reconfiguração das esferas de influência global, testemunhou recentemente mais um capítulo de profunda gravidade e simbolismo militar oriundo da península coreana. Sob a égide de um regime que historicamente utiliza a exibição de poder bélico como ferramenta de dissuasão e barganha diplomática, a Coreia do Norte efetuou testes rigorosos com seus mais novos lançadores de mísseis nucleares, consolidando uma trajetória de avanço tecnológico que desafia abertamente as resoluções do Conselho de Segurança da ONU. Este evento não se restringe a um mero exercício de rotina, mas configura-se como um…
Em um desdobramento que evoca a premente necessidade de vigilância epidemiológica global e reitera a adaptabilidade intrínseca dos agentes patogênicos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta contundente concernente à identificação e disseminação de uma nova variante do vírus mpox. A singularidade alarmante desta cepa reside na sua demonstrada refratariedade aos tratamentos antivirais atualmente empregados, notadamente o tecovirimat, fármaco que, até então, figurava como a principal contramedida terapêutica em casos graves ou em pacientes imunossuprimidos. Este fenômeno, meticulosamente documentado por pesquisadores e chancelado pela autoridade sanitária máxima do globo, lança luz sobre as complexas dinâmicas da evolução viral…
