O que está em alta
Autor: Vinicius Mororó
Presença de equipamentos próximos à pista suspendeu pousos e decolagens; 32 voos foram alternados e 8 cancelados, segundo a Anac O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na Região Metropolitana, teve pousos e decolagens suspensos na tarde deste domingo (15) após a presença de drones nas proximidades do sítio aeroportuário. A informação foi confirmada pela concessionária GRU Airport. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o terminal permaneceu fechado por aproximadamente três horas. Como consequência, 32 voos foram alternados quando as aeronaves são direcionadas para outros aeroportos e oito acabaram cancelados. A concessionária informou que as…
Inclusão ganha espaço no Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de SP, e transforma Carnaval em experiência acessível para todos
Inclusão ganha espaço no Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de SP, e transforma Carnaval em experiência acessível para todos


Amigos surdos, irmãos cegos e menino autista vivem a emoção dos desfiles em área adaptada com Libras, audiodescrição e estrutura especializada
A vibração da bateria atravessa o chão do Sambódromo do Anhembi, na Zona Norte de São Paulo, e transforma o Carnaval em uma experiência que vai além do som e da imagem. Na área inclusiva montada pela Prefeitura dentro do camarote oficial, histórias de amizade, família e pertencimento mostraram que a festa também é feita para todos.
Durante visita ao espaço neste sábado (15), foi possível acompanhar de perto como recursos de acessibilidade têm ampliado a participação de pessoas com deficiência nos desfiles das escolas de samba.
Logo na entrada, cinco amigos surdos chamavam atenção pela animação. Eles estudaram juntos na capital paulista e decidiram viver o desfile lado a lado, sentindo a vibração da bateria e acompanhando cada detalhe com apoio de intérprete de Libras.
“A acessibilidade aqui está muito fácil. Tem intérprete. Sem comunicação é muito ruim. É nossa primeira vez e estamos emocionados”, disseram Luiz Roberto Pires Amaral, auxiliar administrativo, e Natália Maria Moura, analista bancária.
Mesmo sem ouvir o samba, o grupo afirma que sente o ritmo no corpo. “A gente sente como todo mundo. Sente a energia”, resumiu o ator surdo Léo Castilho, que também acompanhava o desfile no espaço adaptado.
Autismo e pertencimento na avenida
Poucos metros adiante, o pequeno Rio Sora, de 8 anos, acompanhava atento cada alegoria ao lado da mãe, Luciana Campos. Autista e apaixonado por grafite, São Paulo e Carnaval, ele conheceu a festa pela televisão antes de viver a experiência presencialmente.
“No ano passado trouxemos abafador, mas ele tirou porque gosta do som da bateria. Ficou até 4h30”, contou a mãe.
Para ela, o espaço inclusivo é essencial. “Não é porque você tem uma deficiência que não curte. Isso aqui é uma festa maravilhosa.”
Audiodescrição permite ‘enxergar’ o desfile
O espaço também atende pessoas cegas e com deficiência visual por meio da audiodescrição recurso que transforma imagens, cores, fantasias e movimentos em palavras.
“A audiodescrição é maravilhosa. A gente consegue entender tudo o que está acontecendo. Eu recebo a emoção”, afirmou Maria Roseli.
Roselene de Souza Celoto, que desfila há 16 anos pela Rosas de Ouro, explicou como o recurso funciona na prática: “Quando descrevem a alegoria, a gente imagina na mente. Muitos de nós já tivemos visão e temos memória das cores.”
Quem conduz essa ponte entre imagem e palavra é a audiodescritora Vanessa Aparecida Campos, de 31 anos. “Descrevemos fantasias, cores, detalhes. Eles fazem questão de saber tudo. É emocionante.”
Como funciona a área inclusiva no Carnaval de SP
As ações fazem parte das iniciativas da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED). Entre os recursos oferecidos estão:
- Intérpretes de Libras no camarote acessível
- Projeto “Samba com as Mãos”, que traduz sambas-enredo para Libras
- Audiodescrição ao vivo, transmitida pelo YouTube da SMPED
- Aplicativo CIL-SMPED, que permite acionamento de serviços de emergência por videochamada com intérprete, sem consumo de dados móveis
A estrutura garante não apenas acessibilidade física, mas também comunicacional um avanço destacado pelos próprios participantes.
Na avenida, a inclusão se traduz em pertencimento. Entre vibrações sentidas no corpo, palavras sinalizadas e imagens descritas, o Carnaval de São Paulo mostra que a festa só é completa quando todos podem participar.
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Galo da Madrugada: ícone do Carnaval de Recife que ecoa por todo o Brasil


O Galo da Madrugada, ícone perene do carnaval recifense, desfilou mais uma vez pelas artérias centrais do Recife, arrastando uma multidão que transcende números para se afirmar como manifestação viva da alma pernambucana. Considerado o maior bloco de carnaval do mundo pelo Guinness World Records desde 1994, o Galo completou, em 2026, quase cinco décadas de existência, desde sua gênese humilde em 1978, quando Enéas Freire reuniu setenta e cinco amigos fantasiados de almas penadas para reviver o carnaval de rua no bairro de São José. Sob o sol escaldante da manhã de sábado de Zé Pereira, o arrastão de seis quilômetros e meio pulsou com trinta trios elétricos, seis carros alegóricos e um elenco de artistas que honraram a tradição com vigor renovado, atraindo público recorde estimado em mais de dois milhões de foliões.
A saída pontual às nove horas, do Forte das Cinco Pontas, marcou o despertar oficial da folia em Pernambuco. O percurso, que serpenteia pela Rua Imperial, Avenida Sul, Praça Sérgio Loreto, Avenida Dantas Barreto, Avenida Guararapes e Rua do Sol, transformou o centro histórico em um oceano de cores e sons, onde o frevo, ritmo patrimônio imaterial da humanidade, ditava o compasso da celebração. O tema deste ano, Frevo no Planeta Galo, elevou a festa a uma dimensão cósmica, projetando o passo brasileiro para além dos confins terrestres, em uma metáfora que une tradição local à universalidade da alegria. Esculturas gigantes, como o Galo de trinta e dois metros erguido com materiais reciclados pelos artistas Leopoldo Nóbrega e Germana Xavier, erguiam-se como sentinelas da memória cultural, homenageando figuras como Dom Helder Câmara e Nise da Silveira, ícones de resistência e humanidade.
Desde sua primeira madrugada, em quatro de fevereiro de 1978, quando uma banda de vinte e dois músicos ecoou pelas ruas estreitas de São José e Santo Antônio, o Galo da Madrugada evoluiu de um clube de máscaras familiar para fenômeno global. Enéas Freire, visionário que buscava resgatar o carnaval nostálgico de rua, plantou a semente de um movimento que, ano após ano, multiplicou-se em proporções épicas. Nos anos iniciais, o bloco era poeira e serpentinas, passos atrás e orquestras ambulantes; hoje, é um colosso logístico com mais de mil e duzentos artistas simultâneos, duração de nove horas e infraestrutura que inclui linhas de transporte especial da CTTU, como a Circular do Galo, para democratizar o acesso. Essa atração de décadas reside na capacidade de o Galo ser, simultaneamente, raiz e expansão: um estado de espírito, como bem definiu uma foliã servidora pública, onde o Recife inteiro se dissolve em ritmo coletivo.
As atrações musicais deste ano compuseram um mosaico de gerações e estilos, fiel à essência eclética do bloco. Elba Ramalho abriu, com seu drive potente, evocando o Nordeste profundo; Priscila Senna e Chico César trouxeram frescor contemporâneo, enquanto Raphaela Santos e Silva infundiram alma soul à massa dançante. Nomes consagrados do frevo pernambucano, como Almir Rouche, André Rio, Nena Queiroga, Geraldinho Lins, Gustavo Travassos, Nonô Germano e Michelle Melo, alternavam-se nos trios com maestros Spok e Forró, garantindo que o passo clássico não se perdesse no frenesi moderno. A multidão, heterogênea em idades e origens, de recifenses natos a visitantes de Afogados da Ingazeira, distantes trezentos e oitenta e seis quilômetros, pulsava uníssona, com embarcações no Capibaribe convertidas em camarotes flutuantes e o ar carregado de emoção palpável. Gestores financeiros e foliões anônimos ecoavam o mesmo sentimento: a grandeza da cultura local, gigante e linda, que o Galo preserva e amplifica.
Quarenta e oito anos de reinado não se sustentam apenas em números impressionantes, dois milhões e quinhentos mil foliões em edições recentes, segundo estimativas, mas na resiliência simbólica do Galo como desperta-dor da cidade. Antes da abertura do comércio, quando o sol ainda tímido ilumina as fachadas coloniais, o bloco irrompe como um manifesto de vitalidade popular. Críticos nostálgicos, como foliões de duas décadas, apontam para uma certa comercialização, ansiando pelo retorno às raízes poeirentas; no entanto, o Galo equilibra tradição e inovação, homenageando Alceu Valença e Lenine em edições passadas, celebrando os cento e vinte anos do frevo e integrando vozes emergentes como Clara Sobral, que substituiu Marron Brasileiro em uma guinada de última hora. Essa atração duradoura explica-se pela capacidade de o bloco ser espelho da identidade pernambucana: um frevo que gira, gira e não para, misturando o sagrado e o profano, o passado e o porvir.
Enquanto o arrastão se desenrolava, o Recife revelava sua vocação carnavalesca em camadas. Famílias inteiras, casais entrelaçados, grupos de amigos separados por barreiras sociais mas unidos pelo passo, compunham o tecido humano do desfile. O Galo não é mero evento; é liturgia urbana, onde o suor se confunde com serpentinas e o cansaço vira êxtase. Na Ponte Duarte Coelho, onde o Galo sobe às dezoito horas para permanecer até o domingo seguinte, a festa se prolonga, garantindo que o espírito da madrugada irradie por dias. A logística impecável, shoppings como pontos de partida para ônibus especiais, democratiza a alegria, permitindo que o sonho do maior bloco do mundo alcance os confins da região metropolitana.
Ao entardecer, quando o último trio se dissipava na Rua do Sol, restava no ar o eco de uma tradição que resiste ao tempo. O Galo da Madrugada, com suas décadas de brilho, reafirma que o carnaval recifense não é efemeridade passageira, mas fluxo perene de criação coletiva. Ele atrai não por escala apenas, mas por ser o pulsar de um povo que, em cada giro do frevo, reinventa sua história. No coração do Recife, o Galo canta, e o Brasil inteiro ouve: o carnaval é, acima de tudo, a vitória da vida sobre a rotina.
Marcelo Henrique de Carvalho, editor-chefe
HostingPRESS – Agência de Notícias de São Paulo. Conteúdo distribuído por nossa Central de Jornalismo. Reprodução autorizada mediante crédito da fonte.
Há poucos dias, recebi uma sugestão de matéria do nosso colega jornalista Beto, presidente da Associação Brasileira de Segurança Pública e Privada, no que diz respeito ao maior relâmpago já registrado na História, o qual teria ocorrido no Brasil. Após as devidas pesquisas, seguindo o padrão HostingPress, passo a redigir. Na madrugada de 31 de outubro de 2018, um único clarão cortou o céu do Sul do Brasil e, sem que os habitantes soubessem, inscreveu o país na história dos extremos atmosféricos. Aquele relâmpago, invisível a olho nu na sua verdadeira dimensão, percorreu nada menos que 709 quilômetros em linha…
Presidente da União Imperial revela bastidores do 11º título no Carnaval de Santos, no ano do cinquentenário
Presidente da União Imperial revela bastidores do 11º título no Carnaval de Santos, no ano do cinquentenário


Após quatro vice-campeonatos consecutivos, a União Imperial voltou ao topo do Carnaval de Santos. A conquista do 11º título da agremiação do bairro Marapé teve um peso simbólico adicional: ocorreu justamente no ano em que a escola celebra 50 anos de fundação.
Em entrevista, o presidente Luiz Alberto Martins, conhecido como Pelé, de 62 anos, detalhou os bastidores da preparação para o desfile que levou à Passarela do Samba Dráuzio da Cruz o enredo “Consagração em Orixá: Renascer em União é a Chave da Vida”.
Primeira escola a desfilar pelo Grupo Especial em 2026, posição tradicionalmente vista como desafiadora, a União Imperial apostou em espiritualidade, organização e impacto visual com destaque para o carro abre-alas além da presença de musas como Viviane Araújo e Sheila Mello.
Tradição construída na união
Fundada em 1976, a escola surgiu após o bairro Marapé ficar sem blocos carnavalescos. Moradores que frequentavam as agremiações Brasil e Império do Samba participaram de um desfile na Vila Mathias, o que reacendeu o desejo de criar um reduto próprio.
O nome União Imperial simboliza justamente a junção das comunidades do Marapé e da Vila Mathias, além da ligação histórica com o Império do Samba.
Pelé passou a integrar a administração da escola em 2006, como tesoureiro, e está há sete anos na presidência. Segundo ele, apesar da rivalidade natural da avenida, a relação entre as escolas é de cooperação fora do desfile.
“A disputa é só na avenida. Fora dela, as escolas precisam caminhar juntas para melhorar estrutura e recursos. Somos coirmãs”, afirmou.
Regularidade e persistência
Apesar da sequência de vice-campeonatos recentes, o presidente afirma que não houve mudança estrutural significativa na postura da escola.
“A União foi campeã em 2018 e 2019. Nos últimos quatro anos poderia ter vencido também. Desta vez deu certo. Uma escola como a União sempre disputa o pódio”, avaliou.
A preparação começou em setembro, com cerca de 37 ensaios regulares, além de ensaios de rua e técnico na passarela. O foco esteve na disciplina dos componentes, atenção às regras e eliminação de detalhes que possam gerar perda de pontos.
“Carnaval é disputa. Não é só festa. Um relógio, um celular na avenida pode custar décimos decisivos”, ressaltou.
Enredo e espiritualidade
A escolha do enredo foi resultado de debates internos. A diretoria desejava marcar o cinquentenário, mas sem restringir o desfile apenas à retrospectiva histórica.
O carnavalesco, em conjunto com Lúcio Nunes, construiu uma narrativa que conectou ancestralidade, espiritualidade e trajetória da escola, resultando no conceito de renascimento e união.
Bastidores e desafios financeiros
Com aproximadamente 1,5 mil componentes na avenida, a logística envolve múltiplas frentes: figurinos, ferragens, marcenaria, iluminação, transporte e organização de alas.
O orçamento é um dos maiores desafios. A escola recebe R$ 232 mil de verba municipal, mas o custo total do desfile gira em torno de R$ 350 mil. A diferença é coberta com eventos na quadra, parcerias e contribuições de alas, como o grupo “Amigos da União”, que promove ações para custear fantasias e estrutura.
“O maior desafio das escolas é financeiro. Carnaval é caro e exige reinvenção constante”, destacou.
Presenças nacionais e visibilidade
Viviane Araújo e Sheila Mello, que já desfilaram pela agremiação, foram convidadas novamente neste ano. Além do impacto artístico, a presença das musas contribui para a arrecadação em eventos preparatórios e amplia a visibilidade do Carnaval santista.
“Elas engrandecem o desfile e levam o nome da União e do Carnaval de Santos para outros centros”, afirmou o presidente.
Emoção e responsabilidade
Para Pelé, o momento mais intenso ocorre da concentração até a dispersão.
“É tensão na entrada, atenção durante o desfile e emoção quando cruzamos a linha final sabendo que deu tudo certo.”
Presidir uma escola, segundo ele, exige habilidade para lidar com diferentes perfis e manter o grupo unido em torno de um único objetivo.
“No desfile, todos têm a mesma importância: da rainha ao integrante que empurra o carro alegórico.”
Um título histórico
A conquista no ano do cinquentenário foi classificada por Pelé em uma palavra: perseverança.
Além do troféu, ele aponta sonhos estruturais ainda não realizados, como a construção de um barracão próprio e melhorias na quadra.
“Ganhar no cinquentenário é histórico. Mas o trabalho continua. Escola de samba vive de superação.”
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A chef Helena Rizzo comemora, em março, os 20 anos do restaurante Maní com uma série de novidades que reforçam sua conexão com a culinária brasileira. Para marcar a data, a casa passou por uma renovação no ambiente e prepara um jantar inédito que reunirá ex-chefs que fizeram parte da história do restaurante. Conhecida por sua cozinha autoral e estética minimalista, Helena vem aprofundando cada vez mais sua relação com ingredientes e referências do Brasil. Se no início o Maní tinha um cardápio com forte apelo saudável e toques de vegetarianismo, hoje a proposta ganhou um caráter mais brasileiro e…
